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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Lendas Africanas - Nanã, a velha feiticeira



No início dos tempos os pântanos cobriam quase toda a terra. Faziam parte do reino de Nanã Buruquê e ela tomava conta de tudo como boa soberana que era. 
Quando todos os reinos foram divididos por Olorun e entregues aos orixás, uns passaram a adentrar nos domínios dos outros e muitas discórdias passaram a ocorrer. E foi dessa época que surgiu esta lenda: Ogum precisava chegar ao outro lado de um grande pântano, lá havia uma séria confusão ocorrendo e sua presença era solicitada com urgência.
Resolveu então atravessar o lodaçal para não perder tempo. Ao começar a travessia que seria longa e penosa ouviu atrás de si uma voz autoritária: 
– Volte já para o seu caminho, rapaz! – Era Nanã com sua majestosa figura matriarcal que não admitia contrariedades. 
– Para passar por aqui tem que pedir licença! 
– Como pedir licença? Sou um guerreiro, preciso chegar ao outro lado urgente. Há um povo inteiro que precisa de mim. 
– Não me interessa o que você é e sua urgência não me diz respeito. Ou pede licença ou não passa. Aprenda a ter consciência do que é respeito ao alheio. 
Ogum riu com escárnio: 
– O que uma velha pode fazer contra alguém jovem e forte como eu? Irei passar e nada me impedirá! Nanã imediatamente deu ordem para que a lama tragasse Ogum para impedir seu avanço.
O barro agitou-se e de repente começou a se transformar em grande redemoinho de água e lama. Ogum teve muita dificuldade para se livrar da força imensa que o sugava. Todos seus músculos retesavam-se com a violência do embate. Foram longos minutos de uma luta sufocante. Conseguiu sair, no entanto, não conseguiu avançar e sim voltar para a margem. De lá gritou: 
– Velha feiticeira, você é forte não nego, porém também tenho poderes. Encherei esse barro que chamas de reino com metais pontiagudos e nem você conseguirá atravessá-lo sem que suas carnes sejam totalmente dilaceradas. E assim fez. O enorme pântano transformou-se em uma floresta de facas e espadas que não permitiram a passagem de mais ninguém. 
Desse dia em diante Nanã aboliu de suas terras o uso de metais de qualquer espécie. Ficou furiosa por perder parte de seu domínio, mas intimamente orgulhava-se de seu trunfo: 
– Ogum não passou!

Fonte:
Minhaumbanda

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Olá, pré-adolescentes da titia!

Acabou a farra de acordar tarde! Começaram as aulas e eu quero todo mundo ligado!

Nós temos uma novidade para este 3º trimestre!

O Projeto Quem não lê não tem nada a dizer chegou com um novo tema. Vamos conhecer melhor a vida e os livros de Monteiro Lobato!

É verdade: Nós já falamos um pouco dele no início do ano.

Já sabemos, por exemplo, que comemoramos o Dia Nacional do Livro Infantil. no dia 18 de abril, em homenagem ao nascimento de Monteiro Lobato.

Sabemos, também que ele foi o primeiro a se preocupar em escrever e a ilustrar livros  para crianças, aqui no Brasil.

Mas como Monteiro Lobato foi um escritor como poucos, temos muito a falar dele e de sua obra!

Vou postar alguns livros dele como este ai embaixo, para vocês lerem! Um abraço!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Texto: A lebre e a tartaruga




A lebre vivia a se gabar de que era o mais veloz de todos os animais. Até o dia em que encontrou a tartaruga.

– Eu tenho certeza de que, se apostarmos uma corrida, serei a vencedora – desafiou a tartaruga.

A lebre caiu na gargalhada.

– Uma corrida? Eu e você? Essa é boa!

– Por acaso você está com medo de perder? – perguntou a tartaruga.

– É mais fácil um leão cacarejar do que eu perder uma corrida para você – respondeu a lebre.


No dia seguinte a raposa foi escolhida para ser a juíza da prova. Bastou dar o sinal da largada para a lebre disparar na frente a toda velocidade. A tartaruga não se abalou e continuou na disputa. A lebre estava tão certa da vitória que resolveu tirar uma soneca.

"Se aquela molenga passar na minha frente, é só correr um pouco que eu a ultrapasso" – pensou.

A lebre dormiu tanto que não percebeu quando a tartaruga, em sua marcha vagarosa e constante, passou. Quando acordou, continuou a correr com ares de vencedora. Mas, para sua surpresa, a tartaruga, que não descansara um só minuto, cruzou a linha de chegada em primeiro lugar.

Desse dia em diante, a lebre tornou-se o alvo das chacotas da floresta.

Quando dizia que era o animal mais veloz, todos lembravam-na de uma certa tartaruga...



Moral: Quem segue devagar e com constância sempre chega na frente.





segunda-feira, 6 de junho de 2011

Texto: O Sapo e a Flor


Marlene B. Cerviglieri
Numa floresta muito grande e cheia de bichos, habitavam várias famílias de animais.

Desde insetos e até mesmos leões com suas leoas e filhotes.Todos cuidavam de suas vidas e da comida também.

Os macacos eram os mais alegres, pois estavam sempre brincando e pulando de galho em galho, como se fosse uma festa.

Os pássaros regiam a orquestra, pois entre tantos gritinhos, urros e barulhos dos bichos parecia mesmo uma grande orquestra.

Estava um dia o sapo tomando seu banho de sol, quando ouviu que lhe dirigiam a palavra.Logo abriu seus olhinhos procurando quem com ele estaria falando!

Eis que vê uma linda flor cor-de-rosa cheia de pintinhas...

Assim estava dizendo ela: - Nossa que coisa mais feia! Nunca vi um bicho tão feio!

- Que boca tão grande, que pele tão grossa...

- Parece até uma pedra, aí parada, sem valor nenhum.

- Ainda bem que sou formosa, colorida e até perfumada.

- Que triste seria ser um sapo!!!

O sapo que tudo ouvia ficou muito triste, pois sempre que via a flor, pensava:

- Que linda flor, tão perfumada, que cores lindas, alegra a floresta!

Mas a flor agora havia se mostrado dizendo tudo aquilo do sapo.

De repente surge o gafanhoto saltitante e vê a flor, mas não o sapo.

A flor, quando o percebeu, ficou tremendo em seu frágil caule.

- Meu Deus, que faço agora?

Vocês sabem que o gafanhoto gosta de comer as pétalas de qualquer flor que encontre, e ela seria assim sua sobremesa...

O sapo, quietinho, quietinho, não se mexeu, e quando o gafanhoto se aproximou da flor, nhac... o alcançou com sua língua.

A flor que já se havia fechado, pensando que iria morrer, abriu-se novamente não acreditando no que havia acontecido.

Mas dona árvore que desde o início a tudo assistia, falou muito energicamente e brava lá do seu canto:

- Pois é dona flor, veja como as aparências enganam.Tenho certeza que a senhora gostaria mais do elegante e magrinho gafanhoto. No entanto, veja como ele teria sido tão mau com a senhora!

Às vezes pensamos e dizemos coisas sobre nossos semelhantes que não são verdadeiras. Precisamos tomar muito cuidado com o que falamos, sabe por que?

- Não - dizia a flor ainda tremendo de susto.

- Todos nos somos diferentes, de formas diferentes, e até pensamos diferente.

- Você sabe que existem também outras formas de se falar?

- Não. Não sabia - disse a flor espantada com a sabedoria da árvore.

- Pois então minha pequena, da próxima vez que for falar de alguém, pense antes, pois este alguém poderia ser você.

- Agora agradeça ao seu amigo sapo o favor que ele lhe fez, e também conte aos outros o que aprendeu aqui hoje.

Com sua vozinha fraca a flor disse ao sapo:

- Meu amigo, você é, realmente, amigo. Agradeço-lhe ter me salvado do gafanhoto e prometo que nunca mais falarei de ninguém.

- Aprendi a lição e dona árvore me ensinou também.

Todos os bichos que estavam assistindo bateram palmas.

E assim amiguinhos, aqui fica a lição: somos todos iguais. Existem bons e maus, mas podemos escolher de que lado vamos ficar.....

Fonte: Blog da tia Francilene

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Projeto Carnaval - Marchinhas: Mamãe eu quero

Mamãe eu quero, mamãe eu quero,

Mamãe eu quero mamar!
Dá a chupeta! Dá a chupeta! Ai! Dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebê não chorar!

Dorme filhinho do meu coração!
Pega a mamadeira e entra no meu cordão.
Eu tenho uma irmã que se chama Ana:
De piscar o olho já ficou sem a pestana.

Eu olho as pequenas, mas daquele jeito
E tenho muita pena não ser criança de peito!...
Eu tenho uma irmã que é fenomenal:
Ela é da bossa e o marido é um boçal!

Composição: by Marcha De Jararaca E V. Paiva

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Projeto Quem não lê não tem nada a dizer.

  • Victor Hugo leu o livro Todo Mundo fica Feliz escrito por Jane Bingham
Livro - Todo Mundo Fica... Feliz 
  • O Igor Santos esta lendo o livro Cartola, escrito por Edinho Diniz e Angelo Bonito.
Livro - Cartola - Crianças Famosas
  • Flávia escolheu o Fantástico Mundo de Feiurinha escrito pelo Pedro Bandeira.
Ela deve ter gostado muito deste livro pois já havíamos lido ele no 1º bimestre! Vocês lembram?

Livro - Fantástico Mistério da Feiurinha, O 
  • Vítor Evangelista escolheu o Livro Simbad, O Marujo. Será que ele gostou?
  • Quem acorda, sonha foi a escolha de William.
Quem Acorda, Sonha
  • Marcelo está lendo Tanto Bicho.

  • Endrew está lendo um livro escrito por   , de nome Ciça.
Livro - Ciça
  • Jhonatan escolheu o livro A Tartaruga e a Boneca, escrito por
A tartaruga e a boneca
  • Chapeuzinho Amarelo, foi o livro escolhido por Michel Max. Este livro foi escrito por Chico Buarque de Holanda.

[chapeuzinho_amarelo.jpg]

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Projeto Quem não lê não tem nada a dizer.


  • Leituras Diversificadas:
Durante a semana, todas as crianças são convidadas a escolher um livro e tem uma data limite para entregá-lo e escolher outro.
Veja alguns livros escolhidos e a opinião de quem os leu:
http://dc224.4shared.com/img/357894839/52ec61ab/s7/0.0860313300641442/1Lobo_lobo_lobisomem.png
 Lobo, Lobão, Lobisomem de Luiz Roberto Guedes Este foi o livro que o Matheus Pessanha escolheu.


http://dc224.4shared.com/img/357896174/ede92b16/s7/0.8816156037004181/02Os_Pequenos_Guardioes.png
Os Pequenos Guardiões foi escrito por David Petersen e quem leu este livro foi o Josué.


http://dc224.4shared.com/img/357896916/5baebc04/s7/0.3553888947877466/03A_Espera.png
O Felipe escolheu o livro A Espera, escrito por Leila Nice Cordeiro.

http://dc224.4shared.com/img/357897492/247e0623/s7/0.06783969673010959/04Contos_Africanos_para_criana.png

Rogério Andrade Barbosa escreveu Contos Africanos para Crianças Brasileiras.