Related Posts with Thumbnails
Mostrando postagens com marcador Fábula. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fábula. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Fábula: A Leiteira e o balde

 



Uma leiteira ia a caminho do mercado.
Na cabeça, levava um grande balde de leite. Enquanto andava, ia pensando no dinheiro que ganharia com a venda do leite:




- Comprarei umas galinhas. As galinhas botarão ovos todos os dias.
Venderei os ovos a bom preço.

Com o dinheiro dos ovos, comprarei uma saia e um chapéu novos.
De que cor?
Verde, tudo verde, que é a cor que me assenta bem. Irei ao mercado de vestido novo. Os rapazes me admirarão, me acompanharão, me dirão galanteios, e eu sacudirei a cabeça ... assim! . . .
 
E sacudiu a cabeça. O balde caiu no chão e o leite todo espalhou-se.
 A leiteira voltou com o balde vazio.
                                  Fábula de Esopo
Não se deve contar hoje com o lucros de amanhã!  

terça-feira, 11 de maio de 2010

Fábula O alce e os lobos


A água do lago estava tão limpa que parecia um espelho.
Todos os animais que foram beber água viram suas imagens refletidas no lago.

O urso e seu filhote pararam admirados e foram embora.
O alce continuou admirando a sua imagem:

- Mas que bela cabeça eu tenho.
De repente, observando as próprias pernas, ficou desapontado e disse:
Nunca tinha reparado, nas minhas pernas. Como são feias! Elas estragam toda a minha beleza!
Enquanto examinava sua imagem refletida no lago, o alce não percebera a aproximação de um bando de lobos que afugentara todos os seus companheiros.
Quando finalmente se deu conta do perigo, o alce correu assustado para o mato. Mas, enquanto corria, seus chifres se embaraçavam nos galhos, deixando-o quase ao alcance dos lobos.
Por fim o alce conseguiu escapar dos perseguidores, graças às suas pernas, finas e ligeiras.
Ao perceber que já estava a salvo,

o alce exclamou aliviado:
- Que susto! Os meus chifres são lindos, mas quase me fizeram morrer!



Ah, se não fossem as minhas pernas!
"Não devemos valorizar só o que é bonito, sem valorizar o que é útil."
Fábula de Jean de La Fontaine

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Fábula: A pomba e a formiga

Uma formiga sedenta veio à margem do rio para beber água.
 

  Para alcançá-la, devia descer por uma folha de grama. Quando assim fazia, escorregou e caiu dentro da correnteza.

Uma pomba, pousada numa árvore próxima, viu a formiga em perigo.










 
Rapidamente, arrancou uma folha da árvore e deixou-a cair no rio, perto da formiga, que pode subir nela e flutuar até a margem.

  
Logo que alcançou a terra, a formiga viu um caçador de pássaros, que se escondia atrás duma árvore, com uma rede nas mãos.
 


Vendo que a pomba corria perigo, correu até o caçador e mordeu-lhe o calcanhar. A dor fez o caçador largar a rede e a pomba fugiu para um ramo mais alto.




De lá, ela arrulhou para a formiga:
- Obrigada, querida amiga.
"Uma boa ação se paga com outra."
Fábula de Esopo

sábado, 1 de maio de 2010

Fábula: A leoa


Os animais dos campos e das florestas discutiam: qual deles seria capaz de ter maior número de filhos.
Nesse momento, passou a leoa. Os animais fizeram-na parar e lhe disseram:
- Estamos tentando saber qual de nós tem maior ninhada. Quantos são os seus filhos em cada ninhada?
- Um só - respondeu a leoa.
- Mas, lembrem-se: é um leão!
Valor vale mais que número.

Fonte: http://www.contandohistoria.com/a_leoa.htm