"Para Aprender a Gostar de ler" já diz ao que veio. Ele existe para que meus gatinhos e gatinhas tenham contato com diversos tipos de textos e claro, um espaço para que eles possam escrever! Afinal, foi pensando neles que este Bloguinho ganhou vida! Com Carinho, Tia Tânia Sampaio.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
sábado, 5 de novembro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Projeto Carnaval - Marchinhas: Mamãe eu quero
Mamãe eu quero, mamãe eu quero,
Mamãe eu quero mamar!
Dá a chupeta! Dá a chupeta! Ai! Dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebê não chorar!
Dorme filhinho do meu coração!
Pega a mamadeira e entra no meu cordão.
Eu tenho uma irmã que se chama Ana:
De piscar o olho já ficou sem a pestana.
Eu olho as pequenas, mas daquele jeito
E tenho muita pena não ser criança de peito!...
Eu tenho uma irmã que é fenomenal:
Ela é da bossa e o marido é um boçal!
Composição: by Marcha De Jararaca E V. Paiva
Mamãe eu quero mamar!
Dá a chupeta! Dá a chupeta! Ai! Dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebê não chorar!
Dorme filhinho do meu coração!
Pega a mamadeira e entra no meu cordão.
Eu tenho uma irmã que se chama Ana:
De piscar o olho já ficou sem a pestana.
Eu olho as pequenas, mas daquele jeito
E tenho muita pena não ser criança de peito!...
Eu tenho uma irmã que é fenomenal:
Ela é da bossa e o marido é um boçal!
Composição: by Marcha De Jararaca E V. Paiva
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Texto: A Borboleta Dourada
I - Leitura: A BORBOLETA DOURADA
(Bellah Leite Cordeiro)
De tempos em tempos as borboletas se reuniam no bosque para conversarem, trocarem idéias e se conhecerem melhor. As borboletas novas se apresentavam à comunidade e as mais velhas as admiravam por sua beleza e as animavam para o trabalho junto às flores. Todas tinham a missão de espalhar o pólen e assim levar a beleza a toda parte: às matas, às florestas, aos bosques e aos jardins. Sentado à porta de sua casa, um velho gafanhoto observava a passagem das borboletas.
Todas o cumprimentavam respeitosamente, pois o velho gafanhoto era tido e realmente era um grande sábio.
Até que, se aproximou dele uma borboletinha bem jovem, inexperiente, e, diga-se de passagem, bastante sem graça...
- Bom dia, senhor Gafanhoto! – disse ela timidamente.
- Bom dia! – respondeu o gafanhoto – Vai à reunião das borboletas pela primeira vez?
- É isso aí! – falou a borboleta insegura – E estou um pouco preocupada... Será que vão gostar de mim?
Diga com franqueza: você não me acha meio feiosa, minha cor não ajuda e as minhas asas são grandes demais?
- Não! – respondeu o velho gafanhoto - Cada um é como é! E a aparência das coisas não é muito importante.
Cada um se faz bonito ou feio. – acrescentou o gafanhoto com bondade.
Na reunião todas conversavam entre si alegremente. Riam e brincavam, mas nem olhavam para a borboleta dourada. Era como se ela não existisse. Foi a última a deixar a reunião, na esperança de que alguém ainda a visse e falasse com ela. Mas nada!
Ninguém a enxergou ninguém reparou nela.
Quando na volta para casa, passou novamente pela casa do velho e sábio gafanhoto e ele perguntou:
- Olá borboletinha, não vem da reunião das borboletas? Então... Que tristeza é essa? Não te trataram bem?
- Pra ser sincera, nem me viram... Ninguém me notou na reunião.
- Ora borboleta, espera aí! Você não é feia como pensa! Falta-lhe um pouquinho de charme... Talvez... Mais isso não é difícil conseguir. Se quiser ouvir os meus conselhos...
-Ah, senhor gafanhoto! Seria um favor! Eu sei, os seus conselhos são maravilhosos! O senhor já ajudou muita gente a ser feliz!
- Em primeiro lugar, quero saber por que você não usa uma das armas mais poderosas que todos nós possuímos para ser felizes: O SORRISO!
- O sorriso? – perguntou a borboleta espantada.
- Sim, o sorriso ilumina o nosso rosto! Faz a alegria sair de dentro do coração da gente e se espalhar, deixando todos em volta de nós, muito alegres!
- Mas como vou sorrir se eu não estou alegre?
- Ora Borboletinha! Neste mundo não existe ninguém que não tenha um motivo para ficar alegre! É só procurar! Você não acha maravilhoso o fato de poder voar?
- Ah! Isso eu acho mesmo! É legal demais voar por cima de tudo! Fazer piruetas, pousar em qualquer lugar, ir para qualquer parte... É claro! Voar é muito bom mesmo.
- O seu trabalho não é espalhar o pólen das flores para multiplicá-las por toda parte?
- É exatamente esse o meu trabalho!
- Espalhar a beleza por onde passa será esse um trabalho qualquer? Não é maravilhoso fazer isso?
- Pra falar com franqueza, não reparo. Faço o meu trabalho por obrigação!
- Repare então criatura! – tornou a insistir o gafanhoto – Verá que beleza existe em volta de você! Experimente sorrir, seu sorriso será um grande aliado. Pois todo mundo gosta de um belo sorriso! Procure também, fazer as coisas por amor, e não por obrigação!
A borboleta animada agradeceu os conselhos e voou confiante e esperançosa.
Feliz, ela vinha observando a beleza do pôr-do-sol e o vento a brincar com a folhagem das árvores.
- Coisa linda! – pensou – Esse lugar onde moro é realmente uma beleza!
De repente notou que estava sorrindo e sentiu esse sorriso vir do fundo do seu coração.
Estava assim, distraída quando ouviu uma vozinha muito fraca a chamá-la:
- Olá... Borboletinha! Você parece ser tão boa. Poderia ajudar-me? Estou coberta de areia e não consigo livrar-me dela. Você não dará um jeitinho?
Era uma formiguinha já quase sem fôlego a se debater na areia.
- Pois não! – Falou a borboletinha aflita descendo imediatamente para bem perto dela.
– Estou aqui para ajudá-la!
- Vi o seu sorriso tão bonito por isso me animei a pedir ajuda. Quem sorri como você, só pode ter um coração cheinho de coisas boas!
Essas palavras da formiga foram as mais lindas ouvidas pela borboleta até aquele dia, e jamais se sentira tão feliz!
Em sua grande alegria a borboleta teve um desejo enorme de cantar e dançar numa revoada de felicidade.
Um besourinho ao passar ao seu lado voando também, falou:
- Como você dança bem! E é linda sabia?
- Obrigada! – respondeu a borboleta meio sem jeito, pois nunca havia sido elogiada antes – Suas asas também são muito bonitas sabe? Cada um é bonito ao seu jeito!
E lá se foi o besourinho alegremente a dançar também, feliz com as palavras da borboleta.
Daí por diante, começou a observar tudo: a relva, as árvores, o céu, as nuvens, a brisa, a chuva, as montanhas ao longe...
Nada mais escapava de sua vista e tudo era importante pra ela.
Encantada, olhava as flores, reparava na beleza de cada uma, conversava com elas e, sem querer, passou a fazer o seu trabalho de todos os dias com um amor enorme brotando em seu coração.
- É incrível mesmo, a diferença de quando se faz tudo com amor!
O tempo foi passando e a borboleta era cada vez mais feliz, pois por onde passava sentia como era querida. Todos a festejavam e a olhavam com grande simpatia. Todo mundo queria conversar, dançar e brincar com essa borboletinha tão gentil, sempre a sorrir para todos.
A sua tarefa diária a borboleta passou a fazê-la muito melhor! É claro! Agora fazia com amor!Afinal, chegou o dia da nova reunião das borboletas.
Muito alegre ela recebeu a notícia. Na data marcada, saiu de casa mais cedo. Queria passar pela casa do gafanhoto antes da reunião, pois desejava agradecer-lhe pessoalmente os conselhos preciosos e quase mágicos. Como algumas poucas palavras boas podem ajudar tanto!
A chegada da borboleta à reunião foi sensacional! Todas pararam para admirá-la.
-Mas que borboleta linda!- diziam.
- É dourada!... Venham ver!
- Parece luminosa! Você é superlegal!
Todas a rodearam alegremente, e perguntaram:
- Você é uma das novas, não é? É a primeira vez que vem aqui?
- Não! –respondeu ela - Já estive aqui na reunião passada, mas ninguém me notou!
- Não é possível! Você é linda demais! É uma borboleta dourada! Sabe lá o que é ser uma borboleta dourada? Ninguém deixaria de vê-la!
–Essa é uma história muito comprida... Qualquer dia eu conto a vocês. Agora quero me apresentar a todas as borboletas, quero conhecer todas as minhas irmãs, conversar com elas e se muito amiga da comunidade das borboletas.À tardinha, depois de sair da reunião, passou novamente pela casa do velho gafanhoto. Desta vez queria fazer-lhe uma pergunta:
- Senhor gafanhoto, diga-me uma coisa: eu mudei de cor?
- Não borboletinha, a sua cor é a mesma...
– Por que então me chamam de borboleta dourada?
- Mas você é uma borboleta dourada! Sempre foi... Apenas a sua beleza estava escondida.
- Agora você reflete o seu interior! E é dele que vem a verdadeira beleza: A que sai do coração e se reflete em todo o ser!
- Por isso você está luminosa e linda!
- Você agora, é a borboleta dourada mais linda que eu já vi em toda a minha vida!
II - Interpretação:
1- Por que as borboletas de tempos em tempos faziam uma reunião?
2- Qual a missão das borboletas?
3- Por que o velho gafanhoto era tão respeitado?
4- Como foi o primeiro encontro da borboleta dourada com a comunidade das borboletas?
5- Por que a borboleta dourada foi a última a sair da reunião?
6- O gafanhoto notou que a borboleta não sorria. Por que o sorriso é tão importante?
7- Como era a borboleta antes dos conselhos do sábio gafanhoto?
8- Como fazia ela o seu trabalho?
9- Quais foram os conselhos do gafanhoto?
10 - Como a borboleta passou a agir depois dos conselhos do sábio?
11- Qual foi a transformação da borboleta?
12 – Ela mudou de cor?
13- Então por que ficou tão bonita?
14- De onde vem a verdadeira beleza?
III - Produção Textual:
1. Represente a parte do texto que você mais gostou com um belo desenho.
2. Depois escreva porque você gostou desse momento da história que você desenhou
(Bellah Leite Cordeiro)

De tempos em tempos as borboletas se reuniam no bosque para conversarem, trocarem idéias e se conhecerem melhor. As borboletas novas se apresentavam à comunidade e as mais velhas as admiravam por sua beleza e as animavam para o trabalho junto às flores. Todas tinham a missão de espalhar o pólen e assim levar a beleza a toda parte: às matas, às florestas, aos bosques e aos jardins. Sentado à porta de sua casa, um velho gafanhoto observava a passagem das borboletas.
Todas o cumprimentavam respeitosamente, pois o velho gafanhoto era tido e realmente era um grande sábio.
Até que, se aproximou dele uma borboletinha bem jovem, inexperiente, e, diga-se de passagem, bastante sem graça...
- Bom dia, senhor Gafanhoto! – disse ela timidamente.
- Bom dia! – respondeu o gafanhoto – Vai à reunião das borboletas pela primeira vez?
- É isso aí! – falou a borboleta insegura – E estou um pouco preocupada... Será que vão gostar de mim?
Diga com franqueza: você não me acha meio feiosa, minha cor não ajuda e as minhas asas são grandes demais?
- Não! – respondeu o velho gafanhoto - Cada um é como é! E a aparência das coisas não é muito importante.
Cada um se faz bonito ou feio. – acrescentou o gafanhoto com bondade.
Na reunião todas conversavam entre si alegremente. Riam e brincavam, mas nem olhavam para a borboleta dourada. Era como se ela não existisse. Foi a última a deixar a reunião, na esperança de que alguém ainda a visse e falasse com ela. Mas nada!
Ninguém a enxergou ninguém reparou nela.
Quando na volta para casa, passou novamente pela casa do velho e sábio gafanhoto e ele perguntou:
- Olá borboletinha, não vem da reunião das borboletas? Então... Que tristeza é essa? Não te trataram bem?
- Pra ser sincera, nem me viram... Ninguém me notou na reunião.
- Ora borboleta, espera aí! Você não é feia como pensa! Falta-lhe um pouquinho de charme... Talvez... Mais isso não é difícil conseguir. Se quiser ouvir os meus conselhos...
-Ah, senhor gafanhoto! Seria um favor! Eu sei, os seus conselhos são maravilhosos! O senhor já ajudou muita gente a ser feliz!
- Em primeiro lugar, quero saber por que você não usa uma das armas mais poderosas que todos nós possuímos para ser felizes: O SORRISO!
- O sorriso? – perguntou a borboleta espantada.
- Sim, o sorriso ilumina o nosso rosto! Faz a alegria sair de dentro do coração da gente e se espalhar, deixando todos em volta de nós, muito alegres!
- Mas como vou sorrir se eu não estou alegre?
- Ora Borboletinha! Neste mundo não existe ninguém que não tenha um motivo para ficar alegre! É só procurar! Você não acha maravilhoso o fato de poder voar?
- Ah! Isso eu acho mesmo! É legal demais voar por cima de tudo! Fazer piruetas, pousar em qualquer lugar, ir para qualquer parte... É claro! Voar é muito bom mesmo.
- O seu trabalho não é espalhar o pólen das flores para multiplicá-las por toda parte?
- É exatamente esse o meu trabalho!
- Espalhar a beleza por onde passa será esse um trabalho qualquer? Não é maravilhoso fazer isso?
- Pra falar com franqueza, não reparo. Faço o meu trabalho por obrigação!
- Repare então criatura! – tornou a insistir o gafanhoto – Verá que beleza existe em volta de você! Experimente sorrir, seu sorriso será um grande aliado. Pois todo mundo gosta de um belo sorriso! Procure também, fazer as coisas por amor, e não por obrigação!
A borboleta animada agradeceu os conselhos e voou confiante e esperançosa.
Feliz, ela vinha observando a beleza do pôr-do-sol e o vento a brincar com a folhagem das árvores.
- Coisa linda! – pensou – Esse lugar onde moro é realmente uma beleza!
De repente notou que estava sorrindo e sentiu esse sorriso vir do fundo do seu coração.
Estava assim, distraída quando ouviu uma vozinha muito fraca a chamá-la:
- Olá... Borboletinha! Você parece ser tão boa. Poderia ajudar-me? Estou coberta de areia e não consigo livrar-me dela. Você não dará um jeitinho?
Era uma formiguinha já quase sem fôlego a se debater na areia.
- Pois não! – Falou a borboletinha aflita descendo imediatamente para bem perto dela.
– Estou aqui para ajudá-la!
- Vi o seu sorriso tão bonito por isso me animei a pedir ajuda. Quem sorri como você, só pode ter um coração cheinho de coisas boas!
Essas palavras da formiga foram as mais lindas ouvidas pela borboleta até aquele dia, e jamais se sentira tão feliz!
Em sua grande alegria a borboleta teve um desejo enorme de cantar e dançar numa revoada de felicidade.
Um besourinho ao passar ao seu lado voando também, falou:
- Como você dança bem! E é linda sabia?
- Obrigada! – respondeu a borboleta meio sem jeito, pois nunca havia sido elogiada antes – Suas asas também são muito bonitas sabe? Cada um é bonito ao seu jeito!
E lá se foi o besourinho alegremente a dançar também, feliz com as palavras da borboleta.
Daí por diante, começou a observar tudo: a relva, as árvores, o céu, as nuvens, a brisa, a chuva, as montanhas ao longe...
Nada mais escapava de sua vista e tudo era importante pra ela.
Encantada, olhava as flores, reparava na beleza de cada uma, conversava com elas e, sem querer, passou a fazer o seu trabalho de todos os dias com um amor enorme brotando em seu coração.
- É incrível mesmo, a diferença de quando se faz tudo com amor!
O tempo foi passando e a borboleta era cada vez mais feliz, pois por onde passava sentia como era querida. Todos a festejavam e a olhavam com grande simpatia. Todo mundo queria conversar, dançar e brincar com essa borboletinha tão gentil, sempre a sorrir para todos.
A sua tarefa diária a borboleta passou a fazê-la muito melhor! É claro! Agora fazia com amor!Afinal, chegou o dia da nova reunião das borboletas.
Muito alegre ela recebeu a notícia. Na data marcada, saiu de casa mais cedo. Queria passar pela casa do gafanhoto antes da reunião, pois desejava agradecer-lhe pessoalmente os conselhos preciosos e quase mágicos. Como algumas poucas palavras boas podem ajudar tanto!
A chegada da borboleta à reunião foi sensacional! Todas pararam para admirá-la.
-Mas que borboleta linda!- diziam.
- É dourada!... Venham ver!
- Parece luminosa! Você é superlegal!
Todas a rodearam alegremente, e perguntaram:
- Você é uma das novas, não é? É a primeira vez que vem aqui?
- Não! –respondeu ela - Já estive aqui na reunião passada, mas ninguém me notou!
- Não é possível! Você é linda demais! É uma borboleta dourada! Sabe lá o que é ser uma borboleta dourada? Ninguém deixaria de vê-la!
–Essa é uma história muito comprida... Qualquer dia eu conto a vocês. Agora quero me apresentar a todas as borboletas, quero conhecer todas as minhas irmãs, conversar com elas e se muito amiga da comunidade das borboletas.À tardinha, depois de sair da reunião, passou novamente pela casa do velho gafanhoto. Desta vez queria fazer-lhe uma pergunta:
- Senhor gafanhoto, diga-me uma coisa: eu mudei de cor?
- Não borboletinha, a sua cor é a mesma...
– Por que então me chamam de borboleta dourada?
- Mas você é uma borboleta dourada! Sempre foi... Apenas a sua beleza estava escondida.
- Agora você reflete o seu interior! E é dele que vem a verdadeira beleza: A que sai do coração e se reflete em todo o ser!
- Por isso você está luminosa e linda!
- Você agora, é a borboleta dourada mais linda que eu já vi em toda a minha vida!
II - Interpretação:
1- Por que as borboletas de tempos em tempos faziam uma reunião?
2- Qual a missão das borboletas?
3- Por que o velho gafanhoto era tão respeitado?
4- Como foi o primeiro encontro da borboleta dourada com a comunidade das borboletas?
5- Por que a borboleta dourada foi a última a sair da reunião?
6- O gafanhoto notou que a borboleta não sorria. Por que o sorriso é tão importante?
7- Como era a borboleta antes dos conselhos do sábio gafanhoto?
8- Como fazia ela o seu trabalho?
9- Quais foram os conselhos do gafanhoto?
10 - Como a borboleta passou a agir depois dos conselhos do sábio?
11- Qual foi a transformação da borboleta?
12 – Ela mudou de cor?
13- Então por que ficou tão bonita?
14- De onde vem a verdadeira beleza?
III - Produção Textual:
1. Represente a parte do texto que você mais gostou com um belo desenho.
2. Depois escreva porque você gostou desse momento da história que você desenhou
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Leitura e interpretação do texto Plebiscito
1. Leitura: Plebiscito
A cena passa-se em 1890. A família está toda reunida na sala de jantar.
O Senhor Rodrigues palita os dentes, repimpado numa cadeira de balanço. Acabou de comer como um abade.
Dona Bernardina, sua esposa, está muito entretida a limpar a gaiola de um canário belga.
Os pequenos são dois, um menino e uma menina. Ela distrai-se a olhar para o canário. Ele, encostado à mesa, os pés cruzados, lê com muita atenção uma das nossas folhas diárias.
Silêncio.
De repente, o menino levanta a cabeça e pergunta:
- Papai, que é plebiscito?
O senhor Rodrigues fecha os olhos imediatamente para fingir que dorme.
O pequeno insiste:
- Papai?
Pausa.
- Papai?
Dona Bernardina intervém:
-Ó Seu Rodrigues, Manduca está lhe chamando. Não durma depois do jantar que lhe faz mal.
O Senhor Rodrigues não tem remédio senão abrir os olhos.
- Que é que vocês desejam?
- Eu queria que papai me dissesse o que é plebiscito.
- Ora essa, rapaz! Então tu vais fazer doze anos e não sabes ainda o que é plebiscito?
- Se soubesse não perguntava.
O Senhor Rodrigues volta-se para Dona Bernardina, que continua muito ocupada com a gaiola:
- Ó senhora, o pequeno não sabe o que é plebiscito!
- Não admira que ele não saiba, porque eu também não sei.
- Que me diz?! Pois a senhora não sabe o que é plebiscito.”
- Nem eu, nem você; aqui em casa ninguém sabe o que é plebiscito.
- Ninguém, alto lá! Creio que tenho dado provas de não ser nenhum ignorante!
- A sua cara não me engana. Você é muito prosa. Vamos: se sabe, diga o que é plebiscito! Então? A gente está esperando! Diga!...
- A senhora o que quer é enfezar-me!
- Mas, homem de Deus, para que você não há de confessar que não sabe'? Não é nenhuma vergonha ignorar qualquer palavra. Já outro dia foi a mesma coisa quando manduca lhe perguntou o que era proletário. Você falou, e o menino ficou sem saber!
- Proletário - acudiu o Senhor Rodrigues - é o cidadão pobre que vive do trabalho mal remunerado.
- Sim, a ora sabe porque foi ao dicionário; mas dou-lhe um doce, se me disser o que é plebiscito sem se arredar dessa cadeira!
- Que gostinho tem a senhora em tornar-me ridículo na presença destas crianças!
- Oh! Ridículo é você mesmo quem se faz. Seria tão simples dizer: "Não sei, Manduca, não sei o que é plebiscito; vá buscar o dicionário, meu filho".
O Senhor Rodrigues ergue-se de um ímpeto e brada:
- Mas se eu sei!
- Pois se sabe, diga!
- Não digo para não me humilhar diante de meus filhos. Não dou o braço a torcer! Quero conservar a força moral que devo ter nesta casa! Vá para o diabo!
E o Senhor Rodrigues exasperadíssimo, nervoso, deixa a sala de jantar e vai para o seu quarto, batendo violentamente a porta.
No quarto havia o que ele mais precisava naquela ocasião: algumas gotas de água de flor de laranja e um dicionário...
A menina toma a palavra:
- Coitado de papai! Zangou-se logo depois do jantar! Dizem que é tão perigoso!
- Não fosse tolo - observa Dona Bernardina - e confessasse francamente que não sabia o que é plebiscito!
- Pois sim - acode Manduca, muito pesaroso por ter sido o causador involuntário de toda aquela discussão - , pois sim, mamãe, chame papai e façam as pazes.
- Sim! Sim! Façam as pazes! - diz a menina em tom meigo e suplicante. - Que tolice! Duas pessoas que se estimam tanto zangarem-se por causa do plebiscito!
Dona Bernardina dá um beijo na toalha, e vai bater à porta do quarto:
- Seu Rodrigues, venha sentar-se; não vale a pena zangar-se por tão pouco.
O negociante espera a deixa. A porta abre-se imediatamente. Ele entra, atravessa a casa, e vai sentar-se na cadeira de balanço.
- É boa! - brada o Senhor Rodrigues depois de largo silêncio. - É muito boas Eu! Eu ignorar a significação da palavra plebiscito! Eu!...
| |
O homem continua num tom profundamente dogmático:
- Plebiscito...
E olha para todos os lados a ver se há por ali mais alguém que possa aproveitar a lição.
- Plebiscito é uma lei decretada pelo povo romano, estabelecido em comícios.
- Ah! - suspiraram todos, aliviados.
- Uma lei romana, percebem? E querem introduzi-la no Brasil! É mais um estrangeirismo!...
Apesar de a República ter sido proclamada em 1889, alguns políticos queriam que, antes da convocação do Congresso Constituinte de 1891, fosse feito um plebiscito sobre a forma de governo a ser adotada pelo país.
Artur Azevedo
2. Interpretação do texto:
01. Todas as afirmativas abaixo estão de acordo com o texto, exceto:
( ) O fato aconteceu após o jantar.
( ) A família era composta por Senhor Rodrigues, Dona Bernardina, Manduca e sua irmã
(X ) O fato aconteceu no ano em que foi proclamada a república no Brasil.
( ) Todos estavam na sala de jantar quando o menino perguntou o que era plebiscito.
02. Leia a afirmativa abaixo:
Senhor Rodrigues questionava o filho e a esposa por não saberem o que era plebiscito, porém não revelava o significado da palavra.
a) Qual a opinião de Dona Bernardina sobre a atitude do marido?
Resposta: Dona Bernardina acha que o marido estava enrolando para responder, porque não sabe a resposta.
b) Você concorda com a opinião de Dona Bernardina? Justifique sua resposta.
Resposta: Pessoal
03. No texto a esposa e o marido procuram defender suas opiniões. Para isso usaram argumentos, ofensas, chantagens e ameaças.
Numere a 2ª Coluna de acordo com a 1ª classificando os trechos abaixo de acordo com o tipo de defesa pelos personagens.
(1) Argumento
(2) Chantagem
(3) Ameaça
(4) Ofensas
(4) “- Ora essa, rapaz! Então tu vais fazer doze anos e não sabes ainda o que é plebiscito?!”
(1) “- Não admira que ele não saiba, porque eu também não sei.”
(3) “- Vamos: se sabe, diga o que é plebiscito! Então? A gente está esperando! Diga!...
(2) “- ...dou-lhe um doce, se me disser o que é plebiscito sem se arrendar dessa cadeira!”
(4) “Oh! Ridículo é você mesmo que se faz . Seria tão simples dizer...”
(2) “- Não digo para não me humilhar diante de meus filhos.”
Interpretação de fatos contidos no texto
04. Leia a afirmativa:
Após a discussão, senhor Rodrigues retirou-se para o quarto.
Agora responda:
a) Qual foi a verdadeira intenção do personagem ao ir para o quarto?
Resposta: Senhor Rodrigues se retirou para poder consultar o dicionário.
b) O que fez Dona Bernardina chamá-lo de volta para a sala?
Resposta: Os filhos pediram que ela fizesse as com o marido.
c) Qual a reação dos personagens quando Senhor Rodrigues revelou o que é plebiscito? Por que reagiram dessa forma?
Resposta: Os personagens ficaram aliviados com a revelação. Reagiram assim porque a discussão tinha terminado.
05. Assinale com um (X), a alternativa que melhor resume a mensagem que o texto quer transmitir:
( ) Para os filhos os pais sabem tudo.
( ) A vida é uma aprendizagem constante.
(X ) Não há vergonha em dizer que não sabe, o importante é buscar a resposta.
( ) Aprender é uma busca diária de respostas.
( ) Pequenos conflitos acontecem nas melhores famílias.
fato – causas – conseqüências - circunstâncias
6. Leia o fato abaixo:
FATO: O Senhor Rodrigues fingiu que estava dormindo.
CAUSA: Resposta: Fingia não escutar a pergunta do filho.
CONSEQÜÊNCIA: Resposta: Dona Bernardina chama a atenção do marido
Fonte: Atividade enviada por David Andrade para Professores Solidários.
Leitura e interpretação do texto Plebiscito
1. Leitura: Plebiscito
A cena passa-se em 1890. A família está toda reunida na sala de jantar.
O Senhor Rodrigues palita os dentes, repimpado numa cadeira de balanço. Acabou de comer como um abade.
Dona Bernardina, sua esposa, está muito entretida a limpar a gaiola de um canário belga.
Os pequenos são dois, um menino e uma menina. Ela distrai-se a olhar para o canário. Ele, encostado à mesa, os pés cruzados, lê com muita atenção uma das nossas folhas diárias.
Silêncio.
De repente, o menino levanta a cabeça e pergunta:
- Papai, que é plebiscito?
O senhor Rodrigues fecha os olhos imediatamente para fingir que dorme.
O pequeno insiste:
- Papai?
Pausa.
- Papai?
Dona Bernardina intervém:
-Ó Seu Rodrigues, Manduca está lhe chamando. Não durma depois do jantar que lhe faz mal.
O Senhor Rodrigues não tem remédio senão abrir os olhos.
- Que é que vocês desejam?
- Eu queria que papai me dissesse o que é plebiscito.
- Ora essa, rapaz! Então tu vais fazer doze anos e não sabes ainda o que é plebiscito?
- Se soubesse não perguntava.
O Senhor Rodrigues volta-se para Dona Bernardina, que continua muito ocupada com a gaiola:
- Ó senhora, o pequeno não sabe o que é plebiscito!
- Não admira que ele não saiba, porque eu também não sei.
- Que me diz?! Pois a senhora não sabe o que é plebiscito.”
- Nem eu, nem você; aqui em casa ninguém sabe o que é plebiscito.
- Ninguém, alto lá! Creio que tenho dado provas de não ser nenhum ignorante!
- A sua cara não me engana. Você é muito prosa. Vamos: se sabe, diga o que é plebiscito! Então? A gente está esperando! Diga!...
- A senhora o que quer é enfezar-me!
- Mas, homem de Deus, para que você não há de confessar que não sabe'? Não é nenhuma vergonha ignorar qualquer palavra. Já outro dia foi a mesma coisa quando manduca lhe perguntou o que era proletário. Você falou, e o menino ficou sem saber!
- Proletário - acudiu o Senhor Rodrigues - é o cidadão pobre que vive do trabalho mal remunerado.
- Sim, a ora sabe porque foi ao dicionário; mas dou-lhe um doce, se me disser o que é plebiscito sem se arredar dessa cadeira!
- Que gostinho tem a senhora em tornar-me ridículo na presença destas crianças!
- Oh! Ridículo é você mesmo quem se faz. Seria tão simples dizer: "Não sei, Manduca, não sei o que é plebiscito; vá buscar o dicionário, meu filho".
O Senhor Rodrigues ergue-se de um ímpeto e brada:
- Mas se eu sei!
- Pois se sabe, diga!
- Não digo para não me humilhar diante de meus filhos. Não dou o braço a torcer! Quero conservar a força moral que devo ter nesta casa! Vá para o diabo!
E o Senhor Rodrigues exasperadíssimo, nervoso, deixa a sala de jantar e vai para o seu quarto, batendo violentamente a porta.
No quarto havia o que ele mais precisava naquela ocasião: algumas gotas de água de flor de laranja e um dicionário...
A menina toma a palavra:
- Coitado de papai! Zangou-se logo depois do jantar! Dizem que é tão perigoso!
- Não fosse tolo - observa Dona Bernardina - e confessasse francamente que não sabia o que é plebiscito!
- Pois sim - acode Manduca, muito pesaroso por ter sido o causador involuntário de toda aquela discussão - , pois sim, mamãe, chame papai e façam as pazes.
- Sim! Sim! Façam as pazes! - diz a menina em tom meigo e suplicante. - Que tolice! Duas pessoas que se estimam tanto zangarem-se por causa do plebiscito!
Dona Bernardina dá um beijo na toalha, e vai bater à porta do quarto:
- Seu Rodrigues, venha sentar-se; não vale a pena zangar-se por tão pouco.
O negociante espera a deixa. A porta abre-se imediatamente. Ele entra, atravessa a casa, e vai sentar-se na cadeira de balanço.
- É boa! - brada o Senhor Rodrigues depois de largo silêncio. - É muito boas Eu! Eu ignorar a significação da palavra plebiscito! Eu!...
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O homem continua num tom profundamente dogmático:
- Plebiscito...
E olha para todos os lados a ver se há por ali mais alguém que possa aproveitar a lição.
- Plebiscito é uma lei decretada pelo povo romano, estabelecido em comícios.
- Ah! - suspiraram todos, aliviados.
- Uma lei romana, percebem? E querem introduzi-la no Brasil! É mais um estrangeirismo!...
Apesar de a República ter sido proclamada em 1889, alguns políticos queriam que, antes da convocação do Congresso Constituinte de 1891, fosse feito um plebiscito sobre a forma de governo a ser adotada pelo país.
Artur Azevedo
2. Interpretação do texto:
01. Todas as afirmativas abaixo estão de acordo com o texto, exceto:
( ) O fato aconteceu após o jantar.
( ) A família era composta por Senhor Rodrigues, Dona Bernardina, Manduca e sua irmã
(X ) O fato aconteceu no ano em que foi proclamada a república no Brasil.
( ) Todos estavam na sala de jantar quando o menino perguntou o que era plebiscito.
02. Leia a afirmativa abaixo:
Senhor Rodrigues questionava o filho e a esposa por não saberem o que era plebiscito, porém não revelava o significado da palavra.
a) Qual a opinião de Dona Bernardina sobre a atitude do marido?
Resposta: Dona Bernardina acha que o marido estava enrolando para responder, porque não sabe a resposta.
b) Você concorda com a opinião de Dona Bernardina? Justifique sua resposta.
Resposta: Pessoal
03. No texto a esposa e o marido procuram defender suas opiniões. Para isso usaram argumentos, ofensas, chantagens e ameaças.
Numere a 2ª Coluna de acordo com a 1ª classificando os trechos abaixo de acordo com o tipo de defesa pelos personagens.
(1) Argumento
(2) Chantagem
(3) Ameaça
(4) Ofensas
(4) “- Ora essa, rapaz! Então tu vais fazer doze anos e não sabes ainda o que é plebiscito?!”
(1) “- Não admira que ele não saiba, porque eu também não sei.”
(3) “- Vamos: se sabe, diga o que é plebiscito! Então? A gente está esperando! Diga!...
(2) “- ...dou-lhe um doce, se me disser o que é plebiscito sem se arrendar dessa cadeira!”
(4) “Oh! Ridículo é você mesmo que se faz . Seria tão simples dizer...”
(2) “- Não digo para não me humilhar diante de meus filhos.”
Interpretação de fatos contidos no texto
04. Leia a afirmativa:
Após a discussão, senhor Rodrigues retirou-se para o quarto.
Agora responda:
a) Qual foi a verdadeira intenção do personagem ao ir para o quarto?
Resposta: Senhor Rodrigues se retirou para poder consultar o dicionário.
b) O que fez Dona Bernardina chamá-lo de volta para a sala?
Resposta: Os filhos pediram que ela fizesse as com o marido.
c) Qual a reação dos personagens quando Senhor Rodrigues revelou o que é plebiscito? Por que reagiram dessa forma?
Resposta: Os personagens ficaram aliviados com a revelação. Reagiram assim porque a discussão tinha terminado.
05. Assinale com um (X), a alternativa que melhor resume a mensagem que o texto quer transmitir:
( ) Para os filhos os pais sabem tudo.
( ) A vida é uma aprendizagem constante.
(X ) Não há vergonha em dizer que não sabe, o importante é buscar a resposta.
( ) Aprender é uma busca diária de respostas.
( ) Pequenos conflitos acontecem nas melhores famílias.
fato – causas – conseqüências - circunstâncias
6. Leia o fato abaixo:
FATO: O Senhor Rodrigues fingiu que estava dormindo.
CAUSA: Resposta: Fingia não escutar a pergunta do filho.
CONSEQÜÊNCIA: Resposta: Dona Bernardina chama a atenção do marido
Fonte: Atividade enviada por David Andrade para Professores Solidários.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
2ª Atividade: Leitura e interpretação.
Texto 1: A barata nojenta.
A barata Bela
passava o dia interio na janela
Estava muito cansada
de ser por todos desprezada
-Que nojenta esta fedida!
e ficava ela toda ofendida
Passava o tempo pensando:
-Por que tantos me praguejando?
E chegou a uma conclusão, com firmeza
ao da janela observar a sábia natureza
Essa tal discriminação
está fora de moda há um tempão:
Tem gente que gosta de rastejar
outros de nadar
Tem aqueles que preferem jiló
outros de trepar no cipó
Tens uns que escolhem
passar a vida na janela
outros voar como a borboleta amarela
Uma barata gosta de sujeira
enquanto outros ficam falando asneira
O mundo é bem grandão
cabem todos do jeito que são!
Dri Foz. Vamos pintar a poesia? São Paulo: Talento, 2003.
Texto 2: Uma barata chamada Kafka.
Encontrei uma barata na cozinha
Eu olhei prá ela
Ela olhou prá mim
Ofereci a ela
Um pedaço de pudim
O curioso foi que ela...
Ela disse: Sim!
Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafka...
Ofereci a ela
Um disco do Sex pistols
Ofereci a ela
Uma batida de limão
Perguntei se ela
Gostava dos Beatles
Perguntei se ela
Era de escorpião...
Ela disse:
Sim!Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafka...
Você mora na barata ribeiro
Num edifício
Que tem um buraco
Perto do chuveiro
Já se drogou com detefon
Insetizan, fumou baygon
Tudo quanto é tipo de veneno
Você acha bom...
Sim!Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafungá...
Como posso evitar
Essa coincidência
Encontrar uma barata
Com a minha aparência
Como posso evitar...
La Cucaracha La Cucaracha
Tome cuidado com a
Sandália de borracha...(2x)
Sim!Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafka...
La Cucaracha La Cucaracha
Tome cuidado com a
Sandália de borracha...(2x)
Música: Inimigos do Rei
Composição: Luiz Guilherme/Marcelo Marques/Paulinho Moska
Interpretação:
Texto 1.
1. Qual o título do texto?
2. Qual o nome da barata?
2. Qual o gênero? Justifique.
3. Este texto tem ___versos e ___ estrofes.
4. Quem quiser receber a visita de Bela, deve ter a casa _______, porque ela gosta de __________
5. Quem é o narrador deste texto?
Texto 2.
6. Qual o nome o nome da barata?
7. Onde ela mora?
8. Em qual lugar do apartamento ela gostava de ficar?
9. O que o dono do apartamento ofereceu a ela? Ela gostou?
10."Já se drogou com detefon/Insetizan, fumou baygon
Tudo quanto é tipo de veneno/Você acha bom...
Por que será que o dono do apartamento achava isto?
11. Com o que a barata deve "tomar cuidado"?
12. Quem é o narrador deste texto?
13. Qual o gênero? Justifique.
Autocorreção e Visto no caderno.
3ª Atividade: Para Casa
1. Pesquise sobre as doenças causadas pela barata e como elas transmitem.
2.Ciente:
A barata Bela
passava o dia interio na janela
Estava muito cansada
de ser por todos desprezada
-Que nojenta esta fedida!
e ficava ela toda ofendida
Passava o tempo pensando:
-Por que tantos me praguejando?
E chegou a uma conclusão, com firmeza
ao da janela observar a sábia natureza
Essa tal discriminação
está fora de moda há um tempão:
Tem gente que gosta de rastejar
outros de nadar
Tem aqueles que preferem jiló
outros de trepar no cipó
Tens uns que escolhem
passar a vida na janela
outros voar como a borboleta amarela
Uma barata gosta de sujeira
enquanto outros ficam falando asneira
O mundo é bem grandão
cabem todos do jeito que são!
Dri Foz. Vamos pintar a poesia? São Paulo: Talento, 2003.
Texto 2: Uma barata chamada Kafka.
Encontrei uma barata na cozinha
Eu olhei prá ela
Ela olhou prá mim
Ofereci a ela
Um pedaço de pudim
O curioso foi que ela...
Ela disse: Sim!
Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafka...
Ofereci a ela
Um disco do Sex pistols
Ofereci a ela
Uma batida de limão
Perguntei se ela
Gostava dos Beatles
Perguntei se ela
Era de escorpião...
Ela disse:
Sim!Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafka...
Você mora na barata ribeiro
Num edifício
Que tem um buraco
Perto do chuveiro
Já se drogou com detefon
Insetizan, fumou baygon
Tudo quanto é tipo de veneno
Você acha bom...
Sim!Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafungá...
Como posso evitar
Essa coincidência
Encontrar uma barata
Com a minha aparência
Como posso evitar...
La Cucaracha La Cucaracha
Tome cuidado com a
Sandália de borracha...(2x)
Sim!Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafka...
La Cucaracha La Cucaracha
Tome cuidado com a
Sandália de borracha...(2x)
Música: Inimigos do Rei
Composição: Luiz Guilherme/Marcelo Marques/Paulinho Moska
Interpretação:
Texto 1.
1. Qual o título do texto?
2. Qual o nome da barata?
2. Qual o gênero? Justifique.
3. Este texto tem ___versos e ___ estrofes.
4. Quem quiser receber a visita de Bela, deve ter a casa _______, porque ela gosta de __________
5. Quem é o narrador deste texto?
Texto 2.
6. Qual o nome o nome da barata?
7. Onde ela mora?
8. Em qual lugar do apartamento ela gostava de ficar?
9. O que o dono do apartamento ofereceu a ela? Ela gostou?
10."Já se drogou com detefon/Insetizan, fumou baygon
Tudo quanto é tipo de veneno/Você acha bom...
Por que será que o dono do apartamento achava isto?
11. Com o que a barata deve "tomar cuidado"?
12. Quem é o narrador deste texto?
13. Qual o gênero? Justifique.
Autocorreção e Visto no caderno.
3ª Atividade: Para Casa
1. Pesquise sobre as doenças causadas pela barata e como elas transmitem.
2.Ciente:
sábado, 5 de junho de 2010
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